5 Dicas para fazer seu dia de aula ser mais produtivo

É normal vivenciar alguns dias de desanimo e improdutividade nos estudos. O problema é quando isso se torna contínuo ou atrapalha seu rendimento escolar. Siga alguns passos básicos que separamos para você dar a volta por cima e aproveitarseu precioso tempo nas aulas.

  1. Encontre motivação: O período de volta as aulas costuma ser o auge da empolgação, você está descansado, com saudades dos colegas e tem a chance de começar tudo novamente. Com o passar das semanas, essa empolgação começa a diminuir, por isso é necessário reavivar esse sentimento e se motivar todos os dias a prosseguir com seus estudos. É normal se sentir cansado, então tenha sempre alguns objetivos em mente e busque motivação para continuar. Converse com alguém, procure um filme para se inspirar ou pense que suas atitudes agora darão bons resultados no seu futuro. Tente ao máximo não perder o foco e continue a estudar!
  2. Seja organizado: É péssimo chegar na escola e perceber que seu material escolar ficou perdido em casa. Por isso, mantenha seu material e sua agenda sempre organizados.  Saiba quais são as aulas e leve os livros e cadernos certos, isso facilitará muito seus estudos depois, pois quando você faz anotações nos lugares errados, raramente se lembrará dela depois. Organização é sempre importante no processo de aprendizagem.
  3. Use o tempo da aula: Podemos concordar que é fácil se distrair numa aula que não gostamos. Porém, conversar ou fazer outras atividades nesse tempo não ajudará em nada. Geralmente o professor sempre dá algumas dicas essenciais para trabalhos e provas. Outra coisa, é melhor aprender durante o tempo da aula, do que usar seu tempo livro para tentar aprender sozinho. O tempo que você passa na aula tem um propósito, não use para outras coisas, pois isso exigirá mais tempo de você depois.
  4. Não tenha vergonha de pedir ajuda: Ter receio do que os outros vão pensar é coisa antiga. Exponha suas dúvidas sem medo. O professor está na sala para te ajudar e, com certeza, tirará suas dúvidas. Lembre-se que permanecer na dúvida pode te deixar na mão na hora da avaliação ou então pedir mais tempo estudando em casa. Não vale a pena o risco, não é mesmo? Então pergunte sem medo a partir de agora!
  5. Seja realista: Se você estipular metas que não poderá cumprir, irá se atrapalhar e consequentemente se frustrar. Então respeite seu tempo e tenha objetivos que você realmente é capaz de cumprir.

Fonte: s-media-cache-ak0.pinimg.com/564x/86/3a/3e/863a3ea6fbbe438c3361f7a6adb13a08.jpg

Descubra qual seu perfil de pai em relação aos estudos dos filhos

Recentemente um comercial realizou um experimento com pais de alunos e mostrou os resultados do acompanhamento da família nos estudos de crianças e adolescentes. Enquanto os alunos do 4º ano realizavam uma prova, os pais estavam em outra sala e foram comunicados que realizariam a mesma prova. O vídeo mostra a reação de preocupação de alguns pais por não terem contato com os conteúdos há muito tempo.

O resultado: entre as melhores notas estavam os pais que revelaram estudar junto com as crianças. Isso não está relacionado com o nível de conhecimento dos pais, mas sim com o acompanhamento e atenção que dedicam aos estudos dos filhos.

A experiência traz à tona uma reflexão importante e sempre comentada no ambiente educacional: a importância da presença dos pais na vida escolar das crianças e adolescentes. Não se trata dos estudantes terem uma espécie de aula reforço com os pais, mas sim receberem acompanhamento, motivação e algumas cobranças necessárias.

Os estudos não se limitam as quatro paredes da sala de aula. Os alunos devem aproveitar ao máximo o período que passam na escola, mas o tempo de aprendizado se estende até em casa com revisões, pesquisas, lição de casa, preparo para provas, etc. Nesse processo, o incentivo e apoio dos pais é uma peça fundamental. Afinal, são eles que sempre estão em contato com os filhos e possuem um grande poder de influência para mostrar a importância da educação e o valor da escola para a vida deles.

Uma pesquisa identificou cinco perfis de pais brasileiros em relação a educação das crianças. A pesquisa entrevistou 2.002 responsáveis por alunos entre 4 e 17 anos, das redes públicas e privada de ensino.

Comprometidos: São os que mais se destacam na valorização escolar e no vínculo com a criança. Por exemplo, é o perfil que participa das reuniões e dos eventos escolares com maior assiduidade. Eles buscam informações sobre a escola, estabelecem parceria com outros pais e professores e apoiam os filhos na rotina.

Envolvidos: Os que praticam mais ações de valorização do que de vínculo e, portanto, destacam-se por acompanhar a rotina escolar do filho. Ao mesmo tempo, apresentam um ambiente familiar menos propício ao diálogo e um relacionamento menos próximo com a criança. Entre eles, 87% acreditam que, se a criança estudar, terá uma vida melhor que a dele e 79% conferem se o filho estudou para as provas.

Intermediários: São aqueles que obtiveram uma média de respostas, tanto em relação ao vínculo quanto à valorização. Os dados revelam que 70% conferem se o filho faz as lições de casa e 67% olham os cadernos, livros e apostilas.

Vinculados: Exibem um comportamento mais ligado ao vínculo com a criança do que com a valorização da Educação. São responsáveis que dialogam frequentemente com os filhos, mas não acompanham tão incisivamente a rotina escolar. Os dados mostram que 95% dos vinculados afirmam estar presentes nos momentos mais importantes da vida da criança.

Distantes: São os que apresentam o conjunto de respostas com grau mais baixo de vínculo e valorização. Esses entrevistados não se relacionam com outros pais e com a escola e dialogam pouco com as crianças e jovens. É o grupo que tem menor assiduidade nas reuniões e eventos escolares.

Fonte da pesquisa:

www.todospelaeducacao.org.br/reportagens-tpe/31839/pesquisa-revela-perfis-de-pais-em-relacao-a-educacao-dos-filhos

Começam hoje as inscrições para o Enem 2017

O Inep (Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira) abriu, às 10h desta segunda-feira (8), o período de inscrições para o Enem 2017. O prazo para se cadastrar, pagar a taxa de inscrição de R$ 82 e participar do exame termina às 23h59 do dia 19 de maio (horário de Brasília).

Para se inscrever, o candidato deve acessar o site http://enem.inep.gov.br/participante. Os alunos que terminaram o ensino médio em escolas públicas estão, automaticamente, isentos do pagamento da taxa de inscrição.

Estudantes de baixa renda que participam de programas sociais do governo também estão livres da taxa — neste caso, porém, é necessário comprar vulnerabilidade econômica. O exame será realizado em todas as unidades da Federação e no Distrito Federal.

Provas

A partir deste ano, as provas do Enem (Exame Nacional do Ensino Médio) serão aplicadas em dois domingos consecutivos no mês de novembro.

Serão aplicadas provas com base em quatro áreas do conhecimento: Linguagens, Códigos e suas Tecnologias e Redação; Ciências da Humanas e suas Tecnologias; Ciências da Natureza e suas Tecnologias; e Matemática e suas Tecnologias.

A nota da redação será enquadrada entre 0 (zero) e 1000 (mil) e será corrigida por dois corretores de forma por dois corretores de forma independente.

No primeiro domingo, dia 5 de novembro, os candidatos serão submetidos às provas Língua Portuguesa, Literatura, Língua Estrangeira (Inglês ou Espanhol), Artes, Educação Física, Tecnologias da Informação e Comunicação e História, Geografia, Filosofia e Sociologia. A prova terá a duração de 5 horas e 30 minutos.

No segundo dia de provas, em 12 de novembro, serão realizadas as provas de Química, Física, Biologia e Matemática. Ao todo, os candidatos terão 4 horas e 30 minutos para responder às questões.

Resultados

Os gabaritos das provas serão divulgados na página do Inep http://portal.inep.gov.br/enem e no aplicativo oficial do Enem até o terceiro dia útil de dezembro.

O Inep vai apresentar os boletins individuais de resultado do Enem 2017, mediante informação do CPF e senha, na página do participante (http://enem.inep.gov.br/participante) e no aplicativo oficial do Enem.

Fonte: r7.com – Notícias

Como começar a estudar para o ENEM 2017?

Antes de iniciar a jornada de estudos para se preparar para o ENEM e demais vestibulares, os alunos precisam saber começar, pois é muita coisa para organizar e escolher logo no início, como o planejamento de estudos, horários, rotinas, quais os objetivos, etc. O planejamento é fundamental para que tudo ocorra bem durante o ano e também que bons resultados e aprovações acontecem. O quanto antes começar, melhor.

Para começar com entusiasmo e manter a disciplina nos momentos difíceis, defina suas metas. Antes de começar a estudar, saiba onde você quer chegar. Não pense que todo o esforço é para uma prova, mas sim para ingressar na universidade dos sonhos e que no final valerá a pena. Não saber ainda qual a sua escolha de graduação é comum e faz parte do processo, porém é essencial você já ter uma ideia do que pretende fazer. Alguns cursos são muito concorridos, o que exige uma nota maior e consequentemente um preparo e planejamento mais intenso.

Busque conhecer as provas que você irá fazer. Caso nunca tenha feito ENEM nos anos anteriores como teste, faça simulados para entender como funciona a prova, o tipo de conteúdo cobrado e como você lida com o tempo disponível para responder as questões.

Preste atenção na sua alimentação e preserve a sua saúde para nada atrapalhar seu rendimento nos estudos. No cardápio de um vestibulando é importante que conter ômega-3, vitaminas do complexo B, ferro, nitratos, colina, carboidratos e também cafeína com moderação.

Defina quais recursos você irá utilizar para estudar. Analise o material de apoio da escola e confira as aulas. É interessante buscar outros canais de estudos na internet como um reforço a mais e pesquisar quais são mais confiáveis. Existem canais em vídeos, jogos, simulados online, sites que disponibilizam questões de vestibulares, etc.

Planeje qual será seu tempo de dedicação. Organize seus horários, defina a sua alimentação e estude um planejamento de conteúdo para cumprir semanalmente ou mensalmente. Sua rotina interfere no seu rendimento, então separe tempo para estudar, mas também para descansar.

Fonte:
blog.enem.com.br/2016/quando-comecar-a-estudar-para-o-enem-2017

g1.globo.com/sp/sao-carlos-regiao/noticia/2013/09/nutricionista-traz-dicas-de-alimentos-que-estimulam-raciocinio-e-memoria-sao-carlos.html

www.coc.com.br/noticias/como-comecar-a-estudar-para-o-enem-2017

Relação entre professores e alunos

O ensino híbrido é a uma tendência de educação que promove a integração entre a sala de aula e o ensino online. Além de aumentar o campo de aprendizagem, o ensino híbrido possui outra função fundamental: elevar a interação de professores com alunos, pais e colegas.

Com a utilização desta metodologia, é possível localizar com mais facilidade, através de uma plataforma online, em que cada aluno está tendo dificuldade com o conteúdo. O professor também pode acompanhar quando os alunos estão produzindo alguma tarefa e então aconselhá-los durante a execução. Além disso, os estudantes se sentem mais confortáveis para tirar dúvidas com os professores no ambiente virtual, pois a maioria encontra dificuldade em expor suas dúvidas na sala de aula, em frente aos colegas.

Com parte do conteúdo e das tarefas disponibilizados online, sobrou mais tempo para o professor aprofundar a matéria em sala de aula, assim, as aulas presenciais rendem mais e os alunos ficam mais produtivos.

Com a ajuda de plataformas educacionais online, os professores têm em mãos dados completos da deficiência e do aprendizado de cada aluno, tornando muito mais eficaz a análise do progresso de cada um nas reuniões.

O que ainda falta para o sucesso do ensino híbrido é a interação da parte dos pais. O ideal seria que eles entrassem em contato com os professores, buscassem saber o que os alunos estão fazendo, o que está acontecendo na escola e, também, buscando conhecer as plataformas utilizadas, pois por meio delas podem ter acesso ao desempenho de seus filhos em sala de aula.

O computador na educação infantil

A ideia de integrar o uso de computadores ao ensino sempre foi muito discutida, mas, quando a tecnologia é tratada como ferramenta pedagógica para o ensino infantil, qual a abordagem correta para que o computador não vire uma distração ou um brinquedo nas mãos dos pequenos? Além disso, é mesmo importante que as crianças tenham contato com o mundo tecnológico desde cedo?

Primeiramente, é preciso que os alunos sejam apresentados aos elementos do mundo atual e aprendam como interagir. A ideia não é fornecer aulas de informática aos alunos, mas sim fazer com que o uso da máquina seja aprendido ao decorrer das atividades realizadas. O foco é integrar a ferramenta com o conteúdo para que os alunos aprendam, por exemplo, a realizar pesquisas na internet, desenvolver de projetos ou participar de jogos voltados para a temática da aula. É importante que os jogos online utilizados em sala de aula desafiem a criança a pensar e a colocar em prática o que aprenderam.

Um dos maiores medos dos pais e educadores é que a tecnologia acabe com a estimulação à leitura, no entanto, uma ferramenta não substitui a outra, pois se tratam de suportes diferentes. Muitos adultos também não escrevem mais a mão, mas essa tendência são será passada aos alunos, pois as crianças precisam aprender todas formas de linguagem para saber escolher qual usar em cada situação.

O professor não precisa ter domínio da informática, mas é necessário que estude o conteúdo que será abordado através do computador, evitando que os alunos acessem sites com conteúdos duvidosos e se utilizem dos computadores apenas para aumentar o campo de visão sobre o conteúdo da aula.